Vigilância Sanitária alerta sobre a proibição de criação de galinhas em área urbana

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A criação de galinhas na cidade é proibida por lei porque as aves podem transmitir a leishmaniose

A criação de galinhas em área urbana é proibida por lei. A Vigilância Sanitária de Jales alerta os moradores e informa que a criação dessas aves é permitida apenas em propriedades localizadas na zona rural do município e que tenham instalações em condições sanitárias adequadas.

Isso porque, de acordo com a Vigilância Sanitária, poucos sabem o risco de transmissão de doenças que um galinheiro pode oferecer como a leishmaniose. O setor tem recebido algumas reclamações sobre esse fato e intensificará as fiscalizações. São cidadãos reclamando de mau cheiro, moscas, perturbação do sossego, entre outras situações.

A proibição está determinada de acordo com o Código de Posturas do Município de Jales, artigo 94, Lei Complementar nº 303 de 01 de março de 2019, que diz: “É expressamente proibida a criação de bovinos, equinos, ovinos, caprinos, suínos, abelhas, galináceos e pombos na macrozona urbana do município”.

De acordo com a coordenadora da Equipe Municipal de Combate às Endemias, Vanessa Luzia da Silva Tonholi, há relação direta da criação desses animais com o desenvolvimento de doenças. “Muitos moradores possuem as galinhas como agentes eficazes para o controle dos escorpiões, porém não sabem que o uso de predadores naturais criados especificamente para o controle de escorpiões, como no caso das galinhas, é desaconselhável, pois elas têm hábitos diurnos e os escorpiões noturnos, portanto, galinhas não são predadores de escorpião, são fonte de alimentação e proliferação do mosquito palha, que transmite a leishmaniose, também conhecida como calazar”.

A equipe municipal da Vigilância Sanitária realiza o trabalho de fiscalização diariamente e vai continuar orientando a população quanto à proibição de abrigar esses animais. “Caso a determinação não seja cumprida, o morador será notificado e pode ser autuado conforme a legislação vigente”, disse Vanessa Luzia.

Em caso de denúncias, devem ser feitas pessoalmente na sede da Vigilância Sanitária, localizada na Avenida Jânio Quadros nº 2004 – centro, ou ainda pelo telefone da Ouvidoria Municipal que é o 0800 772 00 63.

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