TV Record destaca operação que desvendou pirâmide financeira na região

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Um dos programas de maior audiência da TV Record promete mostrar detalhes sobre o esquema de pirâmide financeira desmantelado pela PF de Jales

Chamadas veiculadas durante a semana nas emissoras e nas redes sociais digitais do grupo Record de Televisão anunciaram que uma das principais reportagens do programa Domingo Espetacular desse domingo, 19, mostrará detalhes da Operação PONZI, da Polícia Federal de Jales. 

“Neste domingo, você vai ver todos os detalhes sobre o caso do golpe de R$ 100 milhões. O dinheiro desviado de 5 mil pessoas bancava carros, lanchas e mansões dos suspeitos”, anunciava a chamada apresentada por Carolina Ferraz e Eduardo Ribeiro. 

Em suas duas fases realizadas até agora, a Operação PONZI desmantelou um esquema de pirâmide financeira liderado por um empresário de Santa Fé do Sul que auferiu cerca de R$ 100 milhões, segundo a PF. 

Na primeira fase dia 11 de novembro, diversas pessoas foram presas e foram bloqueados imóveis a apreendidos bens móveis, sendo 8 veículos; 4 embarcações;1 moto aquática e 1 aeronave. 

Graças às informações apuradas na investigação da PF, o Ministério Público da Comarca de Santa Fé do Sul propôs uma Ação Civil Pública com valor estipulado em R$ 75 milhões, objetivando ressarcir os prejuízos das vítimas 

A Polícia Federal informou que até aquela data tinham sido apreendidos, em espécie, bem como localizados e bloqueados por ordem da justiça em contas dos investigados e de suas empresas, pouco mais de R$1,4 milhões. 

Na segunda fase, deflagrada no dia 25 de novembro, os policiais federais apreenderam dois veículos, uma embarcação, celulares, mídias de armazenamento, computadores e farta documentação na residência dos investigados em Rubineia e Casa Branca. Dois cofres apreendidos na sede da empresa e na residência do empresário líder do esquema foram abertos, mas apenas algumas cédulas de moedas estrangeiras, além de algumas jóias foram encontradas no interior de um deles. O outro cofre estava vazio.

Segundo a PF, dois “consultores” do grupo investigado, que na verdade eram captadores de recursos financeiros das vítimas, ganhavam entre 5% e 10% sobre o total dos valores captados dos “clientes”, chegando a receber entre R$ 100 mil e R$ 200 mil por mês, sendo que um deles teria recebido R$ 300 mil em um único mês de comissão sobre suas captações.

Considerando os volumosos recursos financeiros captados, é possível que os dois “consultores” possam ter auferido milhões de reais a título de comissão pelas captações.

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