Melhor Jogador

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O brasileiro não tem o gostinho de ter o melhor jogador do mundo desde Kaká em 2007. Dos anos 90 até o fim da última década, colecionamos nomes no pódio da Fifa e parecia que continuaria assim, por um bom tempo. 

Iniciamos nossa trajetória vitoriosa nesse quesito com Romário em 1994. Em 1996, Ronaldo Fenômeno começava a trilhar um caminho estrelado, consagrando-se pela primeira vez o jogador mais valioso. Fato que se repetiria em 1997 e 2002. Rivaldo teve seu auge premiado em 1999. Por duas vezes, o “Bruxo” Ronaldinho Gaúcho conquistou o mundo: em 2004 e 2005. Domínio absoluto do Brasil, com sete nomeações em onze anos.

Em 2008, uma trilha viciante começou. Seguidamente até o último ano, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi revezaram o prêmio. Até agora, cinco a quatro para o argentino.

Com a recente ascensão da seleção brasileira e com sucessivos grandes jogos de Neymar, podemos dizer – até de uma maneira esperançosa – que podemos quebrar o ciclo Messi-Cristiano. Parece natural dizer que ele vai ocupar o posto das duas superpotências, mas não se sabe se vai ser de imediato.

Os números do argentino e do português continuam estratosféricos e temos que contar com o fator marqueteiro. Nesse caso, não se trata de dinheiro ou propriamente o futebol, mas sim a imagem já bem aceita e estabelecida na Europa e no mundo. Em alguns dos seguidos anos, Messi e Cristiano poderiam muito bem ter perdido.

Em 2010, o fato de Wesley Sneijder não ter sido nem indicado beira ao ridículo. Messi acabou premiado mesmo com um vexame da Argentina contra a Alemanha na Copa do Mundo e a não conquista da Champions League. Cristiano conseguiu fato ainda mais impressionante – ou marqueteiro. Em 2013, o português conseguiu faturar o prêmio sem conquistar absolutamente nenhum título coletivo, enquanto Frank Ribery tinha a tríplice coroa com o Bayern. A única vez que isso havia acontecido, foi em 2004 com o Bruxo.

Neymar tem um desafio grande pela frente. Amadurecer e passar por cima dos donos do prêmio não é algo muito fácil, mas parece ser o caminho do brasileiro. Se ele continuar a fazer atuações como contra o PSG, pode ser que neste ano o brasileiro retome a hegemonia que um dia foi nossa.

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