Kazuto diz que acusações de suposto servidor são descabidas e mentirosas

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Vereador Kazuto se defende de acusações de suposto servidor e as classifica como injuriosas, descabidas e mentirosas

 

O vereador Fábio Kazuto (PSB), respondeu às acusações feitas por um suposto servidor, através de carta anônima enviada ao jornal A Tribuna, e que foi assunto na reportagem da edição de 26 de novembro, com o título “Em carta, suposto servidor diz que vereador Kazuto recebeu vantagens para votar reajuste do IPTU”. O autor, disse que optou pelo anonimato pois é servidor municipal e teme sofrer represálias ou perseguições e afirma que Kazuto teria recebido vantagens indevidas em troca de seu voto favorável ao projeto que reajustou o valor venal dos imóveis em 22,07%, o que vai resultar em um aumento no IPTU de Jales, no mesmo percentual.

As vantagens indevidas teriam sido recebidas, segundo o denunciante anônimo, na forma de cessão de ônibus da Educação para viagens de representantes do Nipo Jalesense, do qual o vereador Kazuto é o presidente. “Entre as muitas viagens cedidas, no dia 09 de setembro, véspera da votação do IPTU que ocorreu no dia 11, foi cedido mais uma vez um ônibus para o Nipo”. Na reportagem, o jornal A Tribuna explica que constatou que, das 129 cessões de ônibus escolares autorizadas pela secretária municipal de Educação, Lourdes Marcondes Rezende, apenas 04 beneficiaram a Associação Nipo Jalesense. Outras entidades e/ou clubes da cidade foram mais beneficiadas, como o CIEVI (05 viagens autorizadas), a APAFUJ (05), o Centro de Convivência dos Idosos-CCI (05) e a Escolinha de Futebol Tijuana (05). A OAB (04) e a Ecoação (03), também utilizaram ônibus da Educação em algumas viagens, assim como o Interact, a Academia New Corpus, Fatec, Etec, e a Associação dos Artesãos.  Quase a metade das 129 viagens autorizadas pela Educação foi requerida pela Secretaria Municipal de Esportes, enquanto outras 13 foram solicitadas por igrejas.

Confira o Direito de Resposta concedido pelo jornal A Tribuna ao vereador Fábio Kazuto:

Acusação de recebimento de vantagens é injuriosa, descabida e mentirosa

A minha surpresa foi muito grande quando na edição do Jornal “A Tribuna”, do dia 26 de novembro de 2017, foi manchete de capa e objeto de matéria na contracapa do primeiro caderno, uma denúncia de recebimento de vantagens deste vereador, formulada, de forma anônima, por um “suposto servidor”.

Primeiro, cabe apontar que quando um “suposto servidor” e de forma anônima faz uma denúncia contra uma pessoa pública, como é o meu caso, não pode ser merecedor de crédito, ainda mais quando não baseado em fatos e documentos. Sendo um “suposto servidor” é cabível crer que pode nem sê-lo. Permanecendo anônimo se esconde atrás do anonimato para ofender pessoa pública e de conduta que nunca sofreu questionamento. O objetivo poderia ser, portanto, puramente difamador.

Segundo, a razão do tal recebimento de vantagens seria em função da Prefeitura Municipal ceder ônibus para o Nipo Jalesense participar de eventos da associação em outras cidades. Cabe apontar que o Nipo Jalesense é uma entidade social de grande credibilidade, respeito e representa uma comunidade laboriosa que muito contribuiu e continua contribuindo para o desenvolvimento de Jales. Envolver esta associação em denúncia de recebimento de vantagem indevida, de forma anônima, é absolutamente inaceitável. Lamentamos que o Jornal “A Tribuna” tenha dado espaço para uma denúncia com uma fonte tão frágil, suspeita e que ofende a todos os integrantes do Nipo Jalesense.

Cabe destacar que o Nipo Jalesense, em algumas oportunidades ao longo de muitos anos e em várias gestões de Prefeitos, sempre contou com a colaboração da Prefeitura Municipal, para que este pudesse se fazer presente em eventos esportivos e culturais, nos quais sempre projetou o nome de Jales. Cabe apontar que, somente no ano de 2017, o Nipo Jalesense foi campeão invicto do campeonato brasileiro de Softball, conquistou o 3.º lugar no Campeonato Brasileiro de Taiko - categoria júnior e foi campeão no campeonato regional de Bon Odori. Em todos estes eventos o nome da cidade de Jales esteve em evidência.

Terceiro, foram quatro cessões de ônibus para o Nipo Jalesense no ano de 2017, nas quais a associação pagou o combustível e o motorista.  A quantidade de cessões está dentro da média anual de cessões, se comparado com anos anteriores. Portanto, onde poderia haver alguma vantagem diferenciada? Uma vantagem que teria sido concedida a este vereador para que votasse favorável a uma proposição de reajuste do valor venal dos imóveis de Jales, proposto pelo Prefeito Municipal à Câmara de Vereadores e que foi aprovada por unanimidade. Qual seria a necessidade de o Prefeito oferecer alguma vantagem a este vereador, se o projeto tinha apoio incondicional da Câmara Municipal por reconhecer a necessidade de reajuste do valor venal dos imóveis de Jales, sem reajuste há quase 10 anos, uma adequação de valores necessária, também, se considerada a necessidade da prefeitura de arrecadar recursos financeiros para investir na infraestrutura urbana e em saúde, por exemplo.

Lamento, mais uma vez, que o jornal “A Tribuna”, de influência reconhecida na formação de opinião em Jales, tenha dado espaço a uma denúncia sem base e com nenhuma razão de ter ocorrido, em ofensa, difamação e desonra a este vereador.

 

Nota da redação

 

Em que pese o vereador Fábio Kazuto (PSB) ter dito que “foi uma surpresa muito grande” a publicação da matéria, cumpre esclarecer aos leitores de A Tribuna que ele – o vereador – foi procurado pelo jornal, antes da publicação, para dar a sua versão a respeito da acusação, da qual ele teve inteiro conhecimento. Na oportunidade, o vereador – gentilmente, como é de seu feitio – deu suas explicações e deixou o jornal à vontade para publicar a matéria.

Cumpre esclarecer, também, que, por se tratar de uma denúncia anônima, não cabe ao jornal desacreditar, de plano, do seu conteúdo. Cabe sim ao jornal tentar esclarecer os fatos e foi isso que fizemos, consultando fontes e ouvindo o vereador. A matéria, ao relatar que as “várias viagens” citadas pela denúncia se resumiram a apenas quatro cessões de ônibus ao Nipo Jalesense – de um total de 129 cessões a diversas entidades, no ano - deixou implícita a improcedência da acusação. Não houve, portanto, nenhuma tentativa de ofender o vereador ou a associação que ele representa.

De resto, tudo o que está sendo dito em seu direito de resposta, já constou da matéria, como o fato de o Nipo ter pago combustível e motorista ou o fato de o projeto de reajuste do IPTU ter sido aprovado por unanimidade, ou ainda o fato de que há vários anos a Prefeitura cede ônibus ao Nipo para participação em eventos nos quais aquela associação representa Jales. Tudo isso já havia sido argumentado pelo vereador e registrado na matéria.

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