Jales perdeu 42 empregos formais no primeiro bimestre de 2018

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O pior desempenho do primeiro bimestre em Jales foi do Comércio, que fechou 20 empregos

 

O Ministério do Trabalho divulgou, na semana passada, as estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), relativas a fevereiro de 2018. Segundo os números divulgados pelo CAGED, a cidade, que perdeu 65 empregos formais em janeiro, recuperou-se um pouco em fevereiro quando foi registrada a abertura de 23 novos empregos formais, resultado de 265 admissões e 242 demissões. Com o saldo positivo de fevereiro, Jales termina o primeiro bimestre de 2018 com 42 empregos a menos.

Jales não é, no entanto, a única entre as principais cidades da região a amargar um saldo negativo no primeiro bimestre do ano: Votuporanga, que foi uma das melhores cidades do país no quesito “geração de empregos”, em 2017, não começou bem em 2018 e apresenta saldo negativo de 76 empregos fechados nos dois primeiros meses. Santa Fé do Sul, que não foi bem em 2017, melhorou bastante e chegou ao final do primeiro bimestre com 99 novos empregos formais. O melhor desempenho do bimestre, no entanto, é o de Fernandópolis, que abriu 120 novos empregos em dois meses.

No caso de Jales, o pior desempenho do primeiro bimestre foi do Comércio, que fechou 20 empregos, seguido pelo “serviço industrial”, que fechou outras 12 vagas. Em Votuporanga, o grande vilão também é o setor de Comércio, com 98 empregos fechados em dois meses. Em Fernandópolis, o melhor desempenho foi da Indústria, que abriu 91 postos de trabalho, enquanto o Comércio fechou 20. A Indústria foi destaque também em Santa Fé do Sul, com a abertura de 65 novos empregos.

Entre os 21 pequenos municípios que integram a microrregião de Jales, apenas 07 apresentaram resultados positivos no primeiro bimestre deste ano. 11 municípios terminaram o bimestre com saldo negativo, enquanto 03 apresentaram saldo zero. O grande destaque positivo do primeiro bimestre foi Santa Albertina, que contabilizou a abertura de 85 novos empregos no período. Em seguida, vieram Urânia com 15 novos empregos e Aparecida D’Oeste com 13. Os destaques negativos foram nossos ex-distritos Pontalinda, que fechou 20 empregos, e Vitória Brasil, que perdeu 13 empregos.

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