Incêndio em escola causa pânico e leva 7 alunos para o SAMU

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Carteiras e computadores queimados devem ser repostos logo após a reforma do prédio

Engenheiros visitaram a escola Estadual Juvenal Giraldelli, no Jardim Oiti, na última quarta-feira, 5 de setembro, para levantar os danos causados pelo incêndio na sala de informática, registrado naquele dia, e preparar um projeto emergencial de reforma. Ainda não se sabe o alcance total do prejuízo, mas levantamento preliminar indica que foram queimadas cerca de uma dúzia de carteiras, meia dúzia de computadores e outros materiais que eram usados na sala de informática para que os alunos realizassem pesquisas e outras atividades relacionadas.

A dirigente regional de Ensino, Marlene Jacomassi, disse que a fuligem e a fumaça que se espalharam exigem uma grande faxina nos ambientes. A Polícia Civil realizou uma perícia no mesmo dia, mas ainda não foi divulgada a causa do incêndio.

No momento do sinistro, por volta de 8 horas, os cerca de 300 alunos da escola já estavam no prédio, mas em salas para aulas regulares. O local do fogo estava desocupado e houve apenas danos materiais. “Só temos que agradecer a Deus pelo acontecimento ter sido controlado com a agilidade e conhecimento dos bombeiros. Tivemos só danos materiais e todos estão bem. Mas foi uma tragédia. Eu estive no prédio e é muito desolador. O diretor estava transfigurado”, contou.

Segundo ela, os alunos da rede municipal que compartilham o prédio serão transferidos temporariamente para a Escola Elza Pirro Viana. Outros alunos retornam às aulas no dia 10. Apenas três dias letivos precisarão ser repostos ainda neste semestre.

Marlene está gozando licença prêmio, mas está acompanhando o caso com atenção, devido à sua gravidade.

A expectativa é que o mobiliário e as máquinas que foram destruídas sejam repostas imediatamente após a reforma, mas ainda não há data para o início dos trabalhos nem estimativa de custos.

PÂNICO

A fumaça se espalhou rapidamente pelos corredores do térreo da escola que teve que ser evacuada. Alguns estudantes ficaram apavorados e outros relataram pânico e gritaria dentro da escola. Pelo menos 7 deles tiveram que ser atendidos pelos socorristas do SAMU em uma viatura que estava na rua da escola.

O socorrista Vandré Roma Missoni declarou em entrevista à TV que os atendimentos foram “pelo estresse causado”. Eram alunos com idade entre 7 e 11 anos. “Os funcionários da escola tiraram rapidamente os alunos, sem nenhuma queimadura ou inalação de fumaça. Os atendimentos foram mais pelo nervosismo”.

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