Grávida de trigêmeos morre após chá de bebê. Crianças não sobrevivem

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Giseli passou mal depois do chá de bebê que fez para os trigêmeos que esperava havia sete meses

 

 

 

 

 

 

Uma rara tragédia chocou os moradores de Jales e região no começo da semana que passou. Uma mulher de 39 anos morreu no domingo, 18 de fevereiro, depois de sofrer uma parada cardíaca logo depois do chá de bebê que fez para os trigêmeos que esperava havia sete meses. Eram um menino, que morreu durante o parto de emergência feito na Santa Casa de Jales e as duas meninas que morreram na terça-feira, depois de ficarem internadas na UTI Néo Natal do hospital.   

Giseli Cristina Sanches, de 39 anos, estava no sétimo mês de gravidez e se sentiu mal na noite de domingo, depois do chá de bebê. Seu marido ligou para o Samu, mas quando estava na ambulância, a caminho da Santa Casa de Jales, Giseli teve uma parada cardíaca e morreu.

Em entrevista cedida a um órgão de imprensa de Rio Preto, a família de Giseli teria dito que até o quinto mês de gestação, ela tinha uma gravidez normal, sem complicações, mas pela idade e por se tratar de gravidez de trigêmeos, a gestação sempre foi considerada de risco e mereceu atenção especial, com acompanhamento pré-natal no Hospital de Base, em São José do Rio Preto.

Os familiares disseram que poucos dias antes de morrer (quinta-feira, 15) a mulher passou por consulta no HB, e por conta dos inchaços que tinha, acharam que ela iria ser internada. Mas o médico não teria pedido a internação e a liberou para ir para casa. Por isso, a família acredita que possa ter havido negligência do HB. A autópsia da vítima constatou que ela morreu por embolia pulmonar.

Em nota divulgada, o Hospital de Base lamentou a morte da paciente e disse que não tinha recebido por parte dos familiares nenhuma manifestação sobre o atendimento prestado pela instituição à gestante.

O hospital disse ainda que “sobre o atendimento e demais informações sobre a paciente, estas não podem ser divulgadas para não infringir o sigilo médico e em respeito à privacidade da paciente”.

O corpo de Giseli foi enterrado ainda na terça-feira (20), em Jales, após passar pelo IML (Instituto Médico Legal). Ela era casada, e tinha outros dois filhos, um jovem de 18 anos e uma adolescente, de 14.

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