Estudo da Firjan classifica gestão de Jales como boa

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A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro -FIRJAN- divulgou, na quinta-feira, 31 de outubro, o Índice Firjan de Gestão Fiscal

A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro -FIRJAN- divulgou, na quinta-feira, 31 de outubro, o Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), que avaliou o desempenho econômico de 5.337 cidades brasileiras. Outros 231 municípios ficaram de fora do estudo porque não informaram os dados no prazo ou porque foram constatadas inconsistências na declaração. A conclusão é que 73,9% dos municípios avaliados estão em situação fiscal difícil ou crítica. São 3.944 cidades em más condições econômicas, incluindo pelo menos nove capitais: Florianópolis, Maceió, Porto Velho, Belém, Campo Grande, Natal, Cuiabá, Rio de Janeiro e São Luiz.

O levantamento realizado pela Firjan analisa quatro quesitos de cada município: a “autonomia”, que é a capacidade do município financiar a estrutura administrativa com recursos da economia local; os “gastos com pessoal”, que revelam o comprometimento das receitas do município com as despesas da folha de pagamento; a “capacidade de investimentos” para gerar bem-estar à população; e a “liquidez”, que revela a capacidade do município cumprir suas obrigações financeiros. A soma desses quatro indicadores resulta no Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), que, neste ano, analisou dados relativos a 2018.

Jales, segundo o estudo, está entre os 1.593 municípios que tiveram suas gestões classificadas como boas ou ótimas. O índice alcançado por Jales, tendo como base o ano de 2018, foi de 0,6605, o que coloca a cidade em 906º lugar entre as 5.337 cidades analisadas e na 158ª posição entre os 631 municípios paulistas incluídos no levantamento. O que puxou o IFGF de Jales para cima foram os quesitos “autonomia”, onde a cidade obteve índice 1,000, e “gastos com pessoal”, cujo índice foi de 0,7502. Nos outros dois quesitos – “Investimentos” e “Liquidez” – os índices obtidos ficaram abaixo de 0,4900, considerados ruins. Na soma dos índices, no entanto, o resultado final foi considerado bom.

Apesar do bom resultado deste ano, a posição de Jales foi inferior à alcançada no IFGF divulgado no ano passado, de 0,6650, que colocou a cidade em 593º lugar no país e em 88º lugar no estado. Na comparação com as nossas principais vizinhas, o 158º lugar obtido por Jales no estado, neste ano, ficou à frente apenas de Fernandópolis, que alcançou o índice 0,5643 e ficou com o 318º lugar no estado. Santa Fé do Sul, com índice 0,6934, e Votuporanga, com índice 0,6854, saíram-se melhor que Jales e ficaram respectivamente, com o 120º e o 130º lugares, no ranking estadual. Palmeira D’Oeste, com índice 0,6681, também obteve posição (150ª) superior à de Jales, mas a melhor posição entre as cidades da região foi obtida por São José do Rio Preto, que alcançou o índice 0,8224 e ficou com o 22º lugar no estado.

Entre os pequenos municípios da região, pelo menos sete estão em situação classificada como “difícil”, segundo os critérios da Firjan: Estrela D’Oeste, Ouroeste, Urânia, Santa Albertina, Paranapuã, Mesópolis e Dirce Reis. E pelo menos outros sete municípios do entorno tiveram suas situações classificadas como “críticas”, com índices abaixo de 0,4000: Santa Salete, Dolcinópolis, Vitória Brasil, Pontalinda, Aparecida D’Oeste, São João das Duas Pontes e São Francisco. Esta última cidade obteve índice 0,1571, o que a coloca na 625ª posição entre as 631 cidades paulistas analisadas.

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