Empresa já iniciou obras de drenagem em trevo próximo à Fuga Couros

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Trevo sofre inundações desde ampliação feita em 2013, ao custo de R$ 1,9 milhão

A empresa Mogi Engenharia Civil Ltda, com sede em Cajamar-SP, já iniciou os serviços relativos à readequação do sistema de drenagem superficial do trevo da Rodovia “Euphly Jalles” (SP-563), localizado no entroncamento com a Avenida “Paulo Marcondes” e a vicinal “Vitório Prandi”, nas proximidades da empresa Fuga Couros Ltda. O contrato firmado entre o governo estadual e a empresa de engenharia tem prazo de vigência de 09 meses, mas, segundo os engenheiros, os serviços deverão ser concluídos em um tempo bem menor.

A empresa, que tem 17 anos de experiência em obras desse tipo, foi a vencedora da licitação aberta pelo governo estadual, através do Departamento de Estradas e Rodagem (DER). De acordo com o contrato assinado no final de março deste ano, a Mogi Engenharia promete corrigir a drenagem do trevo – que sofre com inundações na época das chuvas – por R$ 299.966,43, o que significa menos de 60% do custo estimado pelo DER em R$ 528 mil. Além da obra em Jales, a empresa de Cajamar assinou, na mesma data, outros cinco contratos para obras do governo estadual em outras cidades – Itariri, Santo Antonio do Aracanguá, Bragança Paulista, Pereira Barreto e Jundiaí - num total de R$ 2 milhões.

O trevo – que está sendo batizado com o nome do falecido agropecuarista, advogado e comerciante João Francisco de Paula, o “João da Xingu” - foi reinaugurado no final de 2013, depois de obras de ampliação executadas pela Construtora Moraes Brasil Ltda. A ampliação custou quase R$ 1,9 milhão aos cofres do governo estadual, mas, antes mesmo da reinauguração, o trevo já apresentava problemas com inundações que causavam transtornos aos motoristas que passavam pelo local e também à Fuga Couros. As inundações ocorrem sempre que a região é atingida por chuvas mais fortes, causando erosões no entorno do trevo e prejuízos nas instalações da empresa, uma das maiores geradores de emprego e renda da cidade.

Assim como as primeiras inundações, os primeiros contatos com a superintendência do DER para solicitar a execução de um projeto de captação das águas do trevo começaram ainda no início de 2014, através de gestões feitas pelo deputado estadual Itamar Borges (MDB). O deputado foi o intermediário dos pedidos encaminhados pela Fuga Couros e pelas lideranças do MDB de Jales que sugeriam a canalização das águas até o Córrego Tamboril. Apesar das promessas da superintendência do DER, somente no final de 2017, depois que o deputado do MDB reiterou os pedidos da Fuga Couros por duas ou três vezes, o órgão autorizou a abertura de uma licitação para realização das obras.

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