Em 2019, nasceram mais meninos que meninas em Jales

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Foram registrados em 2019 no Cartório de Registro Civil de Jales, 604 nascimentos, sendo 314 do sexo masculino, e 290 do sexo feminino

Segundo dados fornecidos pelo Cartório de Registro Civil de Jales, a quantidade de casamentos de “papel passado” registrada em 2019 aumentou pouca coisa em relação a 2018. No ano passado, o Cartório registrou 200 casamentos civis, ou apenas 09 a mais que os 191 registrados em 2018. Embora tenha permanecido praticamente estável, na comparação com 2018, o número de casamentos realizados em 2019 é bem menor que os 289 registrados em 2017 e menor ainda que os casamentos registrados em 2016, quando pelo menos 378 casais foram ao Cartório para oficializar as respectivas uniões conjugais. Nos últimos anos, o maior número de casamentos foi registrado em 2013, quando 399 casais oficializaram a união conjugal.

Se o número de casamentos civis permaneceu estável, a quantidade de casamentos realizados apenas no religioso, mas com efeito civil, praticamente dobrou. Em 2018, 36 casais se uniram apenas no religioso, número que cresceu para 69 casais em 2019. Já o número de uniões homoafetivas entre pessoas do mesmo sexo também continua crescendo. Em 2017, foi registrada apenas uma união homoafetiva, número que aumentou para 03 em 2018 e chegou a 06 em 2019. O maior número de casamentos foi registrado no último mês do ano – dezembro – quando 28 casais formalizaram a união conjugal. Nos últimos anos, por conta do recebimento do 13° salário, dezembro tem se consolidado como o mês preferido pelos noivos. Em contrapartida, maio – antigamente chamado de “o mês das noivas” – foi um dos meses que registrou o menor número de casamentos em 2019.         

Nascimentos

Outro quesito que, em 2019, praticamente repetiu a performance de 2018, diz respeito ao número de certidões de nascimento emitidas pelo Cartório do Registro Civil de Jales. Em 2018, nada menos que 601 crianças foram registradas em Jales, número que subiu para 604 em 2019. A diferença em relação em 2018 é que, no ano passado, nasceram mais meninos que meninas, um fato raro nos últimos anos. Dos 604 bebês registrados no Cartório em 2019, pelo menos 314 são do sexo masculino, enquanto 290 são do sexo feminino. No ano anterior, as meninas foram maioria, com 305 registros, contra 296 meninos.

Nos últimos oito anos, o maior número de nascimentos ocorreu em 2015, quando o Cartório de Jales registrou 610 certidões de nascimento. A quantidade de certidões emitidas pelo Cartório é sempre menor que o número de nascimentos registrados na Santa Casa de Jales, uma vez que, segundo a escrevente substituta, Rosimeire Ensides Tomazeli, “quando uma criança nasce na Santa Casa de Jales, os pais têm a opção de registrar aqui no nosso Cartório ou no Cartório da cidade onde eles moram. Por isso, sempre existe uma diferença razoável em relação aos números contabilizados pela Santa Casa”. Entre os nomes simples, Miguel, Arthur, Laura e Alice continuam entre os mais registrados em Jales. Já entre os nomes compostos, os mais escolhidos foram Enzo Gabriel, Pedro Henrique, Maria Eduarda, Maria Clara e Ana Júlia.

Falecimentos

No quesito falecimentos, os números de 2019 registrados pelo Cartório de Jales mostram uma redução de quase 8% em relação a 2018. Naquele ano, foram emitidas 495 certidões de óbito em Jales, enquanto no ano passado o número de certidões emitidas caiu para 458. Os homens continuam morrendo mais que as mulheres. Das 495 certidões de óbito emitidas em 2018, pelo menos 260 delas se referiam a pessoas do sexo masculino, enquanto as outras 235 certidões registraram o falecimento de pessoas do sexo feminino. Já em 2019, dos 458 falecimentos registrados em Jales, 249 eram homens, enquanto 209 eram mulheres.

O número de certidões de óbito emitidas nos últimos dois anos é bem menor que os 659 falecimentos registrados em 2017, mas isso tem uma explicação: até 2017, todas as pessoas que faleciam em Jales, inclusive de outras cidades, tinham suas certidões de óbito emitidas pelo Cartório local, enquanto que, a partir de 2018, os parentes dos falecidos já podem optar por pedir a emissão da certidão de óbito nas cidades onde eles moravam. “Até 2017, se uma pessoa do Mato Grosso falecia no nosso Hospital de Câncer, a certidão de óbito era, obrigatoriamente, emitida em Jales. A partir de 2018, a certidão pode ser emitida pelo Cartório da cidade onde essa pessoa morava”, explicou Rosimeire Ensides.

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