Edição nº 1505

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VERSÃO I

Familiares de um homem que faleceu no início de janeiro procuraram o vereador Pintinho para reclamar do tratamento recebido em uma unidade de saúde do município. Segundo a versão dos reclamantes, eles compareceram à unidade de saúde solicitando que fosse corrigido um erro no atestado de óbito e teriam sido destratados pelas funcionárias que os atenderam.

 

VERSÃO II

A Secretaria de Saúde respondeu ao vereador Pintinho com outra versão. Na resposta, o pessoal da Saúde garante que os familiares é que foram agressivos com os funcionários da unidade, ao serem informados de que somente o médico – àquela altura ausente – poderia fazer a correção no atestado. Irritados, os familiares teriam ligado para o médico com ofensas e ameaças. No dia seguinte, outro familiar do falecido teria procurado a unidade para pedir desculpas.

 

ALVO ERRADO

Um dos detalhes lamentáveis dessa história não está nas versões das duas partes que, como se nota, são bem diferentes. Está na versão inicial, divulgada em discursos e entrevistas, que apontava as enfermeiras da UPA como as autoras da suposta incivilidade contra os familiares do falecido. Na verdade, nem as enfermeiras e muito menos os médicos da UPA tiveram qualquer coisa a ver com o caso.

 

ESTUDO

O prefeito Flá Prandi confirmou que determinou a assessores um levantamento preliminar sobre a situação documental dos terrenos do Aeroporto e do Estádio Municipal. Ele não quer ser surpreendido por falhas na documentação, caso a Prefeitura seja autorizada a vender os dois imóveis. As providências iniciais incluem, também, o esboço de projetos urbanísticos para as duas áreas.

 

LOTES

Nas contas do prefeito e de seus assessores, as duas áreas – divididas em cerca de 250 lotes e vendidas diretamente pela Prefeitura, através de um chamamento público – poderiam render mais de R$ 30 milhões. Parte do dinheiro seria aplicada em um novo aeroporto e em melhorias do campo do Paraíso. O resto da grana, garante o prefeito, seria investida em obras de infraestrutura dos distritos industriais e de bairros, como o Jardim do Bosque.   

 

ADIAMENTO

O julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) que pede o fim do pagamento da gratificação de aniversário (14° salário) aos servidores municipais de Jales – inicialmente marcado para a quarta-feira, 28 – foi adiado pelo TJ-SP para a próxima quarta-feira, 07. O motivo para o adiamento foi um pedido de sustentação oral protocolado pelos procuradores jurídicos da Prefeitura.

 

COMITIVA

Na quinta-feira, 01, uma comitiva de advogados – da Câmara, da Prefeitura e do Sindicato – esteve no TJ para uma conversa com o relator do caso, desembargador João Negrini Filho. De seu lado, o procurador-geral, Pedro Callado, tenta manter o otimismo. Em entrevista, ele disse confiar em que os advogados jalesenses consigam sustentar a validade do 14° salário. Apesar do otimismo, sabe-se que todos os casos similares já julgados pelo TJ, relativos a outros municípios, resultaram no fim do benefício.

 

CONCURSO NA SABESP

A Sabesp está abrindo um concurso público para preenchimento de 661 vagas no seu quadro de pessoal em todo o Estado de São Paulo. São 16 cargos diferentes – advogado, médico, engenheiro, motorista, etc - com salários que vão de R$ 1,8 mil a R$ 7,9 mil. Em Jales, são somente 03 vagas de Agente de Saneamento Ambiental, que exige apenas o ensino fundamental.

 

NOVAS EMPRESAS

O prefeito Flá está satisfeito com o aumento da arrecadação oriunda do ICMS. Segundo as previsões, o repasse do imposto, no primeiro trimestre, deverá render aos cofres municipais 18% a mais do que rendeu no mesmo período de 2017. De acordo com o prefeito, um dos fatores que estão colaborando para o aumento é a instalação, nos últimos meses, de 52 novas empresas.

 

COMPROVAÇÃO

O Tribunal de Justiça deu quinze dias para que a ex-prefeita Nice Mistilides apresente comprovantes de rendimento e declarações de imposto de renda, a fim de provar que ela não tem condições financeiras de pagar a taxa judiciária cobrada pelo TJ para examinar a admissibilidade de um recurso impetrado contra decisão da Justiça de Jales.

 

TAXA JUDICIÁRIA

A decisão da Justiça local, de julho de 2017, condenou Nice e seus ex-assessores Roberto Timpurim, Renato Preto, Adriano Lisboa e Angélica Boleta a – entre outras punições - devolver R$ 66,4 mil aos cofres municipais, por conta de malfeitos relativos à Facip de 2013, aquela que não houve. Nice & Cia recorreram ao TJ, mas não pagaram a taxa judiciária. No ano passado, o ex-prefeito Humberto Parini perdeu um recurso pelo mesmo motivo.

 

SELECIONADO

Um projeto da Prefeitura de Jales foi selecionado na primeira etapa de um chamamento público que está sendo feito pelo Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos (FID). No final de tudo, serão selecionados 100 projetos que receberão recursos financeiros do Fundo. O projeto de Jales prevê a repaginação do Bosque Municipal.

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