Edição nº 1503

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NAS REDES SOCIAIS

Diferentemente de Fernandópolis, onde muita gente ficou indignada com o reajuste do IPTU e foi protestar na Câmara, aqui em Jales os protestos limitaram-se às redes sociais e rádios. Os contribuintes jalesenses parecem gostar mais de reclamar em emissoras de rádio, onde nem sempre são instados a prestar todas as informações. Em matéria desta edição, os prezados leitores poderão conferir que a maioria dos vereadores confirma não estar recebendo muitas reclamações sobre o reajuste.

 

QUASE SEM RECLAMAÇÕES

Como pelo menos três vereadores dizem estar ouvindo muitas reclamações, resolvi conferir pessoalmente. Na quinta-feira, 15, último dia para pagamento da primeira parcela ou da parcela única, este colunista foi até a Prefeitura para acompanhar o movimento e conversar com alguns contribuintes que estavam por lá. E o que vi e ouvi foram filas pequenas e quase nenhuma reclamação.

 

BERINJELA, O RECEPCIONISTA

Instalado bem na porta da Prefeitura, como recepcionista, o eclético servidor municipal Nivaldo Rezende, o Berinjela, confirmou que, desde que os carnês começaram a ser distribuídos, não passaram muitas reclamações por ele. Segundo Berinjela, os protestos foram bem maiores e mais enfáticos quando a Prefeitura distribuiu cartas comunicando as constatações do georreferenciamento.

 

EXPLICAÇÕES QUE ACALMAM

Outro servidor ligado ao setor de tributação – o auditor fiscal Ricardo Junqueira – disse que as reclamações existem, mas não são tantas assim. Segundo Ricardo, os protestos acontecem mais no período da manhã, quando as pessoas parecem estar mais inflamadas. Ele ressaltou, no entanto, que, depois de ouvirem as explicações para o reajuste, as pessoas entendem e ficam mais calmas.

 

PARECER CONTRÁRIO

O projeto do vereador Tiago Abra que proíbe fogos de artifícios barulhentos foi abatido em pleno vôo. O procurador jurídico da Câmara deu parecer contrário à proibição. Segundo o procurador Rodrigo Vitoriano, a Justiça vem julgando ilegais os projetos similares já aprovados em outras cidades. Para a Justiça, somente o Congresso Nacional pode legislar sobre esse assunto.

 

DISPUTA

O ano está só começando, mas, na Câmara Municipal, as tratativas em torno da eleição do próximo presidente do Legislativo, que só acontecerão em dezembro, já esquentaram. O vereador Deley, que diz já ter cinco votos para a presidência, não está gostando nem um pouco da movimentação de seu colega Macetão. Segundo Deley, Macetão estaria incentivando Tiquinho a disputar a presidência.

 

RODOVIÁRIA NOVA

A mudança do Terminal Rodoviário para um local mais próximo da rodovia “Euclides da Cunha” é um assunto que já está mais adiantado do que muita gente imagina. Diretores do Expresso Itamaraty já andaram se reunindo com o prefeito Flá e o vice Garça e parecem dispostos a construir e explorar uma nova rodoviária. O problema está em encontrar o terreno ideal, tarefa que ficou a cargo da Prefeitura.

 

ESFORÇO

Por falar em terreno, a Prefeitura de Jales está se esforçando, segundo fontes, para encontrar uma nova área para a indústria de biscoitos Kelleck. De seu lado, a Prefeitura de Fernandópolis teria oferecido à Kelleck uma área localizada a quatro quilômetros do centro da cidade. O vice-prefeito Garça está encarregado de encontrar um terreno que possa satisfazer as necessidades da empresa e impedir que ela se mude para Fernandópolis.

 

FARRA DO TURISMO I

Depois de cinco ou seis anos tramitando no Fórum Federal de Jales, a Justiça Federal declarou-se incompetente para julgar os casos e encaminhou para a Justiça Estadual local duas ações de improbidade ajuizadas contra o ex-prefeito Parini e outros. As duas ações, no valor total de R$ 3,3 milhões, dizem respeito a malfeitos na utilização de verbas destinadas pelo Ministério do Turismo para festas realizadas em Jales entre 2008 e 2010.

 

FARRA DO TURISMO II

Em uma das ações, Parini tem a ilustre companhia do ex-deputado Vadão Gomes. No caso de Vadão, a acusação é de propaganda irregular em ano eleitoral. Durante a Facip 2010, Vadão desfilou na arena do rodeio, enquanto um trepidante locutor o chamava de “o amigo de Jales”. Não bastasse isso, a organização do evento veiculou no telão do recinto um vídeo recheado de elogios ao então deputado federal, que, naquele ano, concorria à reeleição. Vadão foi o candidato mais votado em Jales, mas não conseguiu se reeleger.

 

QUEDA

A boa fase vivida pelo comandante Manoel Messias, desde que ele transferiu sua escola de aviação para Campo Grande (MS), sofreu um pequeno solavanco durante a semana. Na quinta-feira, 15, um avião de sua escola caiu em Camapuã, a 146 quilômetros de Campo Grande, durante um voo de instrução. Felizmente, não houve vítimas fatais, mas a instrutora teria sofrido traumatismo craniano e fraturas. O aluno teve ferimentos leves.

 

CONDENADO

O ex-prefeito de Vitória Brasil, Eliseu Alves da Costa, foi condenado pela Justiça de Jales a devolver R$ 16,7 mil aos cofres públicos, devidamente atualizados. Ele contratou - sem licitação, apenas no fio do bigode - uma borracharia que prestou serviços à Prefeitura em 2012, último ano de Eliseu no cargo de prefeito.   

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