Edição nº 1500

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INTERDIÇÃO

A empresa Engerb Construções e Incorporações Ltda, de Fernandópolis – responsável pela construção da UPA de Jales - deverá ser “convidada” pela Prefeitura, nos próximos dias, para executar novos reparos no prédio que estaria, segundo engenheiros, comprometido pelas rachaduras que não param de surgir. Por conta disso, é provável que alguns setores do prédio serão interditados.

 

PROBLEMAS ESTRUTURAIS

O prédio da UPA foi inaugurado às pressas pelo ex-prefeito Humberto Parini, em abril de 2012, mas só começou a funcionar dois ou três meses depois. Conta a lenda que, antes mesmo de entrar em funcionamento, a construção – que custou R$ 1,3 milhão - já apresentava sérios problemas estruturais e teve que passar por uma primeira reforma.

 

REFORÇO NA FUNDAÇÃO

Em março de 2013, menos de um ano depois da inauguração, o prédio – com rachaduras e trincas em vários pontos – passou por uma segunda reforma, executada pela Engerb. A reforma incluía um reforço na fundação da obra, a fim de tentar evitar novas rachaduras e interdições.

 

GALERIA

O problema, no entanto, não foi resolvido e agora, em vista das rachaduras que teimam em continuar surgindo, a Engerb está sendo novamente acionada. Segundo informações, a empresa está atribuindo os problemas do prédio a uma galeria que passa embaixo da construção e já deixou claro que só vai fazer a nova reforma depois que a Prefeitura providenciar a troca dos tubos da tal galeria.

 

RESPONSÁVEL

Deve-se mais essa dor de cabeça ao ex-prefeito Parini, responsável exclusivo pela péssima escolha daquele local – à beira da ferrovia que corta a cidade - para construção da UPA. Não bastassem as condições desfavoráveis do terreno, a escolha de Parini acabou com as chances de, no futuro, ser construída alguma ligação entre a Rua Oito e o outro lado da cidade.

   

EM BUSCA DO 13°

O ex-prefeito de Urânia, Francisco Airton Saracuza, ajuizou na justiça de Urânia, em dezembro passado, uma ação contra a Prefeitura daquela cidade, na qual ele está requerendo o pagamento, em dinheiro, do 13° salário e outros direitos. Se a justiça der razão a ele, os cofres municipais de Urânia serão desfalcados em cerca de R$ 100 mil.

 

DUAS AÇÕES

Ele não é o único. Também em dezembro passado, o ex-prefeito de São Francisco, Sebastião de Oliveira Baptista, o Tiãozinho, bateu às portas do Fórum de Palmeira D’Oeste com uma ação para cobrar o 13° salário. Essa não é a primeira ação de Tiãozinho contra a Prefeitura de São Francisco. Em 2014, ele procurou a justiça para tentar receber as férias não gozadas durante o período (2009-2012) em que foi prefeito.

 

CARA-DE-PAU

Sempre é bom lembrar que, na maioria dos casos, os prefeitos não tiram férias porque gostam do poder e não conseguem aceitar a ideia de ficar longe dele por um mês. Ou então porque não querem saber de dar uma chance ao vice-prefeito. E depois de não tirar férias enquanto estão no poder, eles – caras-de-pau que são – se socorrem da justiça para cobrar um direito do qual abriram mão por vontade própria.

 

EMPRESAS FECHADAS

Em entrevista ao Jornal do Povo, da Rádio Assunção, o presidente do Sincomércio de Jales, Alexandre Alves Rensi, afirmou que Jales perdeu pelo menos 200 empresas comerciais entre 2012 e 2017. Segundo Rensi, o comércio jalesense tinha cerca de 1.450 empresas em 2012, número que baixou para 1.250 no ano passado.

 

TRANSFERÊNCIAS

Em contrapartida, um portal de notícias da região publicou matéria, na semana passada, informando que nove empresas de Fernandópolis – todas da área de prestação de serviços médicos – teriam procurado um escritório de contabilidade com o objetivo de transferir seus respectivos domicílios empresariais para Jales.

 

FUGINDO DO ISS

O motivo para a transferência, segundo a notícia: as empresas estariam tentando fugir da alíquota do ISS (Imposto Sobre Serviços) que, em Fernandópolis, varia de 2,5% a 5%. Em Jales, diz a matéria, a alíquota do ISS não passa de 2%. A situação estaria preocupando a Associação Comercial de Fernandópolis (ACIF), que já teria procurado o prefeito André Pessuto em busca de alternativas.

 

CLASSIFICAÇÃO FINAL

Com ligeiro atraso, o IBAM e a Prefeitura de Jales divulgaram na sexta-feira, 26, o resultado final com a classificação dos candidatos que prestaram os concursos públicos e processos seletivos realizados em novembro e dezembro. O cargo de médico clínico geral, que oferecia 10 vagas efetivas, teve apenas seis candidatos classificados.

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