Edição nº 1494

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QUASE CERTO

Fontes da coluna garantem que uma empresa da capital já teria tudo acertado para assumir a realização da Facip do ano que vem. A empresa – que teria descartado o recinto de exposições “Juvenal Giraldelli” como local do evento – pretende montar uma estrutura móvel em outro local. As informações dão conta de que até a grade de shows já estaria praticamente definida.

 

NOVAS NEGOCIAÇÕES

Por outro lado, depois de fracassadas as negociações com a Gauri Eventos – que topou pagar R$ 3 milhões pelo recinto da Facip, mas depois voltou atrás – a Unimed, proprietária da área, já teria entabulado novas negociações com outro grupo. Segundo consta, o negócio pode ser confirmado a qualquer momento. Por isso mesmo, o presidente da Unimed, Mário Soiti Okanobo, descarta qualquer empréstimo do recinto para realização da Facip. “Não sabemos se até abril ainda seremos os donos do imóvel”, disse o presidente.

 

MULTA

O sonho de administrar sua cidade natal, acalentado por anos pela enfermeira Nice Mistilides, virou um pesadelo sem fim. Além dos diversos processos na Justiça, a ex-prefeita ainda é constantemente atazanada pelo Tribunal de Contas. A última má notícia chegou há alguns dias e veio acompanhada de uma multa de 200 Ufesp’s (R$ 5 mil), por conta do “conjunto de desacertos” cometido na administração do Consirj.

 

NÃO CONVENCEU

E não é só a ex-prefeita Nice Mistilides que está tendo dores de cabeça por conta da administração do Consirj. O TCE está confirmando, também, uma multa de 160 Ufesp’s (R$ 4 mil) ao atual prefeito, Flávio Prandi, que deixou de dar cumprimento a uma decisão que julgou ilegal a admissão de um funcionário do consórcio. Flá bem que tentou um recurso, mas o Tribunal não gostou de seus argumentos.

 

TIME DA CASA

Dor de cabeça bem maior está tendo o prefeito de Catanduva, Afonso Macchione (PSB), dono da empresa que cuida da limpeza urbana e coleta do lixo em Jales. O Ministério Público ajuizou Ação Civil Pública na qual pede que o prefeito devolva R$ 1,6 milhão aos cofres públicos. Segundo o MP, Macchione teria concedido – durante seus dois primeiros mandatos, de 2005 a 2012 - auxílios financeiros ao clube de futebol da cidade, o Grêmio Catanduvense, que não foram utilizados na finalidade prevista.

 

ORÇAMENTO APROVADO

A Câmara Municipal aprovou praticamente sem emendas o projeto orçamentário para 2018, enviado pelo prefeito Flá Prandi, que prevê a arrecadação de R$ 145 milhões no ano que vem. O valor está cerca de 14% acima do orçamento de 2017, que previa a arrecadação de R$ 127 milhões. Até o final de novembro, a arrecadação tinha batido em R$ 107,7 milhões.

 

NÃO DESISTIU

O vereador Tiago Abra parece não ter se conformado com o revés sofrido na Justiça, no caso do mandado de segurança contra o aumento do IPTU. Ele confirmou, em entrevista radiofônica, que já procurou o Ministério Público para propor uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) contra a Lei Complementar 281/2017, que autorizou o reajuste do valor venal dos imóveis urbanos.

 

PODE DEMORAR

O problema é que o ajuizamento de uma ADIn vai depender da vontade do procurador geral de Justiça do Estado e o julgamento pelo TJ-SP não é tão rápido assim. A ação que pede a inconstitucionalidade do 14° salário dos servidores de Jales, por exemplo, foi ajuizada em março e desde junho aguarda um parecer do relator.

 

TIRO NO PÉ

Alguns vereadores de São Francisco podem ter dado um tiro nos próprios pés. Eles rejeitaram um projeto do prefeito Maurício Honório de Carvalho (PSD), que autorizava a participação de São Francisco em um consórcio de municípios, alinhavado pelo deputado Sinval Malheiros (PODE). Segundo fontes, a atitude dos vereadores teria causado ao município a perda de uma verba de R$ 440 mil, que seria destinada pelo deputado.

 

APARENTEMENTE TRANQUILO

O vereador Luiz Henrique Macetão (PP) esteve em São José do Rio Preto para uma conversa com o promotor Horival Marques de Freitas Júnior, do Gaeco, que está apurando a compra de arquivos deslizantes pela Câmara de Jales, em 2012. Em conversa com este colunista, Macetão – que era o presidente da Câmara à época da aquisição – demonstrou tranquilidade, mas há quem garanta que ele ainda vai ter muitas preocupações por conta das investigações.     

 

PREFEITURA INVESTIGADA

Por falar nisso, tudo indica que o Gaeco vai investigar a Prefeitura de Jales, que também comprou arquivos deslizantes em 2012, da mesma empresa que vendeu para a Câmara. A empresa faz parte do grupo que, segundo o Gaeco, fraudava licitações. O grupo era comandado pelo vereador de Catanduva, Daniel Palmeira, que esteve em Jales por ocasião da venda dos arquivos e, atualmente, está preso.

 

PONTAPÉ INICIAL

O vereador Deley Vieira (PPS) garante que foi dele o pontapé inicial das negociações com o empresário Laércio Prates - o loteador do Big Plaza - que está redundando na recuperação asfáltica das ruas daquele bairro. Deley disse que foi comunicado, ainda na semana passada, por uma representante do empresário, sobre as melhorias que seriam feitas.

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