Edição nº 1484

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RECORRENDO AO TSE

O ex-prefeito de Turmalina, José Carlos Massoni, confirmou a este colunista, na sexta-feira, 22, que o advogado Tito Costa estaria protocolando um recurso junto ao TSE, ainda naquele dia, com pedido de efeito suspensivo da decisão que afastou sua esposa, a prefeita Fernanda de Menezes Andrea, e o vice Alcir Antonio de Aquino, dos seus respectivos cargos.

 

SUSTENTAÇÃO ORAL

Massoni confirmou, também, que ele e Fernanda estarão em Brasília na semana que vem para acompanhar o julgamento do recurso. Segundo Massoni, o advogado Tito Costa, de 94 anos, fará sustentação oral de sua tese, que pede a nulidade da gravação clandestina apresentada como prova da suposta compra de votos. Ainda segundo Massoni, existem julgados de ministros do TSE que confirmam a tese do advogado. No TRE-SP, a tese não foi aceita.

 

ALIADO

Massoni está otimista e garante que Fernanda e Alcir estarão de volta aos seus cargos em breve. Ele ressaltou, por outro lado, que a prefeita e o vice estariam na posse do prefeito interino – o presidente da Câmara, Aparecido de Souza Viana (Tutão) – programada para o sábado, 23. De acordo com Massoni, o tucano Aparecido é um aliado da administração e terá o apoio de Fernanda e Alcir enquanto permanecer no cargo.

 

TRANSPORTE IRREGULAR

A ex-prefeita de Três Lagoas (MS), Márcia Maria Souza da Costa Moura de Paula, foi condenada pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul à devolução de R$ 205,6 mil aos cofres da Prefeitura daquele município. A irregularidade, segundo os atentos conselheiros do TCE/MS está na contratação de uma empresa para transportar pacientes que fazem tratamento no Hospital de Câncer em Jales. Além do ressarcimento, a ex-prefeita de nome quilométrico terá que pagar multa de R$ 4,3 mil.

 

CRIME E CASTIGO

A nossa Justiça tem decisões de difícil compreensão. O ex-prefeito de Fernandópolis, Luiz Vilar, que completou 71 anos no mês passado, foi condenado a cumprir mais de 13 anos de reclusão por ter assinado um papelucho com declaração falsa. Enquanto isso, o médico Luís Henrique Semeghini, genro de Vilar, foi condenado a uma pena menor que a do sogro, por ter matado a primeira esposa com sete tiros.

 

EXAGERO?

A bem da verdade, Semeghini foi condenado pelo júri popular a uma pena superior a 16 anos, mas sua defesa apelou ao Tribunal de Justiça e conseguiu reduzir a pena para pouco mais de 12 anos. Agora, cá entre nós, se compararmos os crimes cometidos por Vilar e Semeghini e as penas impostas a ambos não fica a sensação de que o ex-prefeito foi penalizado com exagero?

 

COMPANHIAS

Vilar, um senhor de, repito, 71 anos, está preso na mesma penitenciária – a de Tremembé – onde o genro cumpre sua pena, O ex-prefeito, condenado por falsidade ideológica, terá também a companhia de assassinos famosos, como o “Maníaco do Parque” e os irmãos Cravinhos.

 

ESCAPOU

Aqui em Jales, o ex-prefeito Humberto Parini também foi processado por falsidade ideológica. Ele assinou uma certidão negativa de débito onde dizia que uma empresa da cidade não devia impostos à Prefeitura, embora a tal empresa estivesse devendo cerca de R$ 50 mil aos cofres municipais. Parini teve, no entanto, melhor sorte que Vilar ao obter a compreensão da Justiça, que julgou improcedente a ação penal ajuizada pelo Ministério Público.

 

INQUÉRITO ARQUIVADO

O Ministério Público de Jales arquivou o inquérito que investigou a construção de um muro no Jardim Samambaia. O muro fechou uma área desapropriada pela Prefeitura em 1996 para abertura de uma rua ligando a Avenida “Juscelino Kubistchek” à Rua “Maestro Erlon Chaves”. Não se sabe a que conclusão chegou o Ministério Público para encerrar a investigação, mas o antigo dono da área garante que a Prefeitura pagou pela desapropriação e não entende como ela poderia pertencer agora a um particular.

 

MEA CULPA

O vereador Deley (PPS) concedeu entrevista ao Jornal do Povo, da Rádio Assunção, onde faz um mea culpa por conta da aprovação do projeto que vai aumentar o IPTU em 22,07%. Na entrevista, Deley diz que foi um erro votar o projeto apressadamente, sem discussão com a sociedade. Agora, a Inês é morta.

 

AMEAÇADO DE EXPULSÃO

Já o vereador Tupete (DEM) também parece arrependido. Ele confidenciou ao ex-vereador Gilbertão que teria sido ameaçado de expulsão do seu partido, caso não votasse a favor do projeto. Tupete tratou de desmentir as supostas ameaças, depois que o ex-vereador tornou o assunto público, mas Gilbertão – que não nasceu ontem – teria gravado a inconfidência.

 

NÃO CONCORDOU, MAS VOTOU

Outro que esteve no rádio para dar explicações foi o vereador Tiquinho (PSD). Ele disse que não concordava com o aumento de 22% de uma só vez e que chegou a sugerir que ele fosse dividido em quatro reajustes anuais de 5,5%. Apesar das explicações, Tiquinho foi um dos vereadores que assinou o pedido para que o projeto fosse votado em regime de urgência especial.

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