Edição nº 1470

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JORNADA MAIOR

A Prefeitura vai atender em novo horário a partir dessa segunda-feira, 19. O expediente ao público, que era de cinco horas desde os tempos de Parini, será estendido em uma hora e meia. O novo horário obrigará os funcionários do Paço Municipal a acordar mais cedo, uma vez que o atendimento ao público – que, atualmente, começa às 09 horas – vai começar, a partir de agora, às 08:30 horas. E terão que ser mais rápidos ao engolir o almoço, uma vez que o intervalo para esse mister será diminuído em meia hora.

 

EXIGÊNCIA DA JUSTIÇA

Fontes da coluna afiançaram que o novo horário seria uma iniciativa pessoal do prefeito Flá, com o objetivo de proporcionar melhor atendimento aos contribuintes. Há quem garanta, porém, que a mudança é consequência de exigência da Justiça que obriga os servidores do Paço a cumprir 40 horas semanais, como consta do contrato de trabalho deles.

 

SEM ESPERNEIO

Até a sexta-feira, 16, os funcionários do Paço e de alguns outros setores cumpriam jornada de apenas 35 horas semanais, ou sete horas diárias. Nos tempos de Parini, o então secretário de Administração, José Shimomura, bem que tentou obrigar todo mundo a cumprir as oito horas diárias, mas a grita foi geral e ele teve que repensar a decisão. Dessa vez, porém, parece que os servidores já estão conscientes de que não adianta espernear.

 

MÁ FASE

A novidade demonstra que a fase do funcionalismo público municipal não é das melhores. Pelo andar da carruagem, eles deverão ficar sem o chamado 14° salário ainda neste ano. Além disso, pelo menos 140 servidores estão correndo o risco de perder as portarias que proporcionam um acréscimo em seus ganhos salariais. O julgamento da ação contra as portarias está marcado para a próxima terça-feira, 21.

 

INFRAÇÃO ÉTICA

Matéria desta edição informa que o Juizado Especial Cível e Criminal oficiou a OAB de Jales para que providencie a apuração de possível infração ética cometida por dois advogados locais. Os dois causídicos patrocinaram pelo menos nove ações de indenização contra a Telefônica, com base em acusações que se revelaram inverídicas.

 

LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ

As acusações eram de mau funcionamento de linhas telefônicas. Além de pedir a apuração sobre a atuação dos advogados, o juiz condenou os autores das ações por litigância de má-fé. Eles terão que pagar os honorários da advogada da Telefônica e ressarcir a empresa pela contratação do técnico que comprovou a falta de consistência das acusações.

 

ACORDO

A Prefeitura fez um acordo com os lancheiros da Praça do Jacaré, que prevê a transferência deles para a Praça “Euphly Jalles”. Segundo o prefeito Flá, o acordo prevê que os lancheiros – todos eles, os que já estão na praça e o que estão chegando – ficarão responsáveis pela manutenção dos banheiros da Praça “Euphly Jalles” e pela contratação de um vigia para o local.

 

NA FOTO

Apesar de estar licenciado da Câmara, o vereador Henrique Macetão não perde uma oportunidade de comparecer a eventos políticos e sair nas fotos. No sábado passado, ele participou da recepção ao secretário estadual de Turismo, Laércio Benko. E na terça-feira, estava no gabinete do prefeito Flá para testemunhar acordo de cooperação com o Instituto Federal de São Paulo.

 

PROBLEMAS À VISTA

Embora setores da administração desmintam, o não pagamento dos salários dos funcionários da empresa que cuidava da Zona Azul – a Tetran – poderá render problemas à Prefeitura de Jales. No mandato Guisso/Caparroz/Pupim (2001-2004), uma construtora de São Carlos abandonou a reforma que estava executando na Escola “Juvenal Giraldelli”, deixando os funcionários sem o pagamento de salários e outros direitos.

 

CORRENDO

Durante alguns anos a Prefeitura tinha que, de vez em quando, enviar seus advogados até São Carlos para se defender em um processo sobre o caso, já que alguns pedreiros argumentaram a responsabilidade subsidiária do município pelo não cumprimento de obrigações trabalhistas por parte da empresa. O processo continua correndo no Tribunal Regional do Trabalho, onde a Prefeitura já perdeu alguns recursos.

 

PAI CORUJA

O jalesense Luiz Carlos Seixas, morando atualmente em Ourinhos, esteve em Jales neste final de semana para rever amigos. Ele estava feliz da vida com a performance do filho, o violonista Glauber Seixas, que, na semana passada, tocou violão ao lado de Gilberto Gil, em show do cantor-compositor baiano. Glauber já participou, também, de apresentações da “abelha rainha” Maria Bethânia.

 

PIONEIRO

Seixas, o pai, também é músico e já teve composições gravadas por Toquinho e outros menos votados. Quando jovem, aqui em Jales, ele era uma espécie de papa-festivais de música. Pai de Luiz Carlos e avô de Glauber, o conhecidíssimo Bernardino Mendes Seixas foi um dos primeiros farmacêuticos de Jales.    

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