Câmara rebate críticas e diz que economizou R$ 9,2 milhões em três anos

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O presidente da Câmara, Tiquinho, rebateu críticas e disse que reforma é necessária

O presidente da Câmara Municipal, Nivaldo Batista de Oliveira, o Tiquinho (PSD), considerou injustas e extemporâneas as críticas do Conselho Municipal de Saúde à atuação dos vereadores. “Eu admiro o trabalho que o Martini faz no Conselho, mas acho que ele foi precipitado e injusto ao emitir essa nota. Ele poderia ter nos procurado para obter esclarecimentos antes de tomar essa atitude que coloca em cheque não apenas o presidente da Câmara, mas todos os vereadores. A Câmara de Jales é uma das mais enxutas da região e, nos últimos três anos, nós economizamos cerca de R$ 9,2 milhões, um valor que daria para comprar mais de 100 ambulâncias, mas quem decide o que fazer com esse dinheiro é o prefeito. Nós estamos fazendo a nossa parte. Eu, por exemplo, consegui uma ambulância junto ao deputado Alexandre Leite, que está sendo utilizada no transporte dos pacientes da hemodiálise, em Fernandópolis”, rebateu Tiquinho.

Tiquinho, de outro lado, defendeu a reforma que está sendo realizada no prédio da Câmara e que deverá custar R$ 263,6 mil. “As pessoas precisam entender que o prédio da Câmara já tem mais de 25 anos e apresenta alguns problemas que precisam ser corrigidos. Caso contrário, vai acontecer o mesmo que ocorreu com o Teatro Municipal que teve de ser interditado recentemente”. Segundo Tiquinho, o prédio tem problemas de infiltração e, quando chove, alguns pontos ficam alagados. Ele explicou, também, que os fundos do terreno da Câmara deverão receber alambrados. “Os fundos da Câmara, que fazem divisa com o Teatro, vem sendo utilizados como ponto de prostituição e de consumo de drogas. Vamos ter que instalar uma cerca no local. Não se trata de luxo, mas de preservar o patrimônio público”, concluiu Tiquinho.

O vereador Deley (PPS) também rebateu as críticas do Conselho de Saúde à reforma do prédio. “O que é preciso ficar claro é que o prédio da Câmara não é dos vereadores, mas de toda a comunidade. Em 2019, por exemplo, o prédio foi utilizado para diversos tipos de eventos organizados pela comunidade. Até porque, a Câmara é um dos poucos prédios públicos que conta com o alvará dos bombeiros”, afirmou Deley. O jornal apurou que, em 2019, a Câmara recebeu 77 requerimentos de entidades, escolas e outros órgãos, visando a realização de eventos no Plenário. “Alguns desses eventos chegaram a durar cinco dias. O prédio da Câmara foi utilizado pela comunidade em quase 100 dias de 2019”, finalizou Deley.

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