Aumento de preços em produtos nos supermercados gera revolta da população

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O preço do leite integral da marca Lider, embalagem UHT de 1 lítro, era vendido a R$ 2,95 na semana passada. Nesta semana, está em R$ 3,95

Os preços de produtos vendidos em supermercados, principalmente os dos gêneros alimentícios, vem aumentando consideravelmente, gerando revolta de pessoas nas redes sociais. É o caso por exemplo do leite integral da marca Lider, embalagem UHT de 1 lítro, que na semana passada, ou seja, antes do decreto municipal fechando o comércio, estava sendo comercializado a R$ 2,95 no Supermercado Sakashita, da Rua Oito. Já nesta semana do fechamento do comércio, o mesmo leite estava sendo comercializado a R$ 3,95. “Um absurdo o preço de um litro de leite custar quase 4 reais”, comentou revoltada uma dona de casa em sua página no Facebook.


Segundo a APAS – Associação Paulista de Supermercados, em nota divulgada à imprensa na quinta-feira, 26, os supermercados não definem preços dos produtos. “Como elo entre produtores e os consumidores finais, os supermercados repassam o custo dos produtos que adquirem na indústria”, disse a nota.


“Por isso, esclarece que os recentes aumentos verificados em alguns produtos, nos últimos dias, podem ocorrer em função da variação de matérias-primas e insumos”, alertou. 


Lembra ainda que em alguns casos, o supermercadista se vê entre o dilema de comprar o produto por um preço maior ou ficar sem o produto em sua loja. “Mesmo comprando mais caro, o supermercado está mantendo as mesmas margens de lucro. Ou seja, segundo recomendação da APAS, não devem aumentar suas margens de lucro. Apenas repassar o aumento do custo de aquisição”.


Segundo a APAS, que tem mantido entendimentos com o Governo do Estado e com o Procom, os consumidores devem realizar compras conscientes, pensando sempre na coletividade. 


“A APAS também está trabalhando em parceria com a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) e com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, para evitar práticas abusivas de aumentos injustificados de preços pelos fornecedores do setor”, reiterou na nota.


Segundo a referida associação, os produtos que têm apresentado elevação de preços são: Leite: 36,4% de aumento; Feijão: 50,3% de aumento; Alho: 18% de aumento; Batata: 64,5% de aumento; Arroz: 9,8%; Molho de tomate: 32,55; Limão: 72,1%; e Cebola: 36,0%.

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