Alex Ribeiro vence disputa para prefeito de Turmalina. Adversários denunciam suposta compra de votos

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Eleito prefeito de Turmalina, Alex Ribeiro é acusado por adversários de suposta compra de votos

 

O candidato Alexandro Ribeiro Pereira (MDB), o Alex Ribeiro, venceu a eleição suplementar para prefeito de Turmalina, realizada no domingo passado, 03. A vitória de Alex – que tinha José Carlos Buzão (DEM), o Calixto, como companheiro de chapa - foi apertada, com diferença de apenas 40 votos. Alex e Calixto obtiveram 838 votos, ou 51,22% dos votos válidos, enquanto seus adversários Aparecido de Souza Viana (PSDB), o Tutão, e Moisés Relíquias da Silva (PTB), o Moisés do Jacaré, alcançaram 798 votos, ou 48,78% dos votos válidos.

Com 37 anos de idade, casado, o empresário Alex Ribeiro, que nunca ocupou cargo público, terá o prazo de trinta dias para tomar posse do cargo de prefeito. Ele vai assumir a Prefeitura de Turmalina pregando paz política e prometendo acabar com supostas perseguições contra servidores municipais. Se depender, no entanto, dos seus adversários, Alex não terá muita paz. Ainda no domingo, eles teriam registrado um boletim de ocorrências na Polícia, no qual lançam suspeitas sobre suposta compra de votos que teria ocorrido no distrito de Fátima Paulista. Compra de votos foi exatamente o crime que levou o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) a cassar o mandato da ex-prefeita Fernanda Massoni (PTB), que venceu Alex por uma diferença de 58 votos, nas eleições de 2016.

A denúncia está baseada, segundo informações, em um vídeo e no depoimento de um eleitor, que teria confirmado a compra de votos. O jornal A Tribuna não teve acesso ao depoimento do eleitor, mas o vídeo, que não deixa claro a eventual compra de votos, circula nas redes sociais desde a terça-feira, 05. No vídeo, gravado na tarde de domingo, depois de encerrada a votação, dois homens aparecem contando dinheiro em um carro, enquanto algumas pessoas conversam ao lado do veículo. Pode-se ouvir a voz de uma mulher, enquanto o autor do vídeo conversa com um dos ocupantes do veículo. O rapaz diz: “eleição roubada do c... Vamos marcar as notas aí? Não quero nem saber, eu não fui votar mas também quero (dinheiro)...”. Sem obter resposta, ele, ao final da gravação, ameaça seu interlocutor: “Cê que sabe, então eu vou ligar pra polícia...”. Um dos ocupantes do carro seria ligado ao DEM, partido do vice-prefeito eleito e teria atuado como fiscal durante a eleição.

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